As melhores leituras de 2025
Ora então, aqui estou mais uma vez. Voltei só para partilhar as minhas leituras favoritas do falecido ano de 2025:
Dos Nossos Irmãos Feridos de Joseph Andras
Para Acabar de Vez Com Eddy Bellegueule de Édouard Louis
Melhor Não Contar de Tatiana Salem Levy
Este é o Meu Nome de Chanel Miller
O Corpo em Que Nasci de Guadalupe Nettel
O caderno proibido de Alba de Céspedes
A Maldição de Hill House de Shirley Jackson
Negro e Prata de Paolo Giordano
A Filha Única de Guadalupe Nettel
Outros livros que, não tendo sido leituras perfeitas, me agradaram muito: Histórias de Mulheres Casadas de Cristina Campos, O Massacre Português de Wiriamu de Mustafah Dhada, Simpatia de Rodrigo Blanco Calderón, O Arquipelago do Cão de Philippe Claudel e A Estranha Sally Diamond de Liz Nugent.
Li cerca de 74 livros, dos quais foram todos maioritamente leituras boas ou leituras medianas. Abandonei poucos livros, significando que fiz boas escolhas. Para o número de leituras muito contribuiu a BiblioLed e o facto de conseguir ir lendo durante o trabalho, nos tempos mortos, assim muito discretamente (quero eu pensar).
Falhei redondamente no objectivo de reduzir a pilha de livros por ler, pois que se li uns quantos, outros tantos comprei. Não ofereci livros a mim própria no Natal, com a justificação de que já tinha muitos à espera para serem lidos. Dia dois de Janeiro encomendei 3. Não tenho remédio.
Até um dia destes, pessoas. Vou tentar estar mais presente por estes lados.